setembro 21, 2008

Comentários sobre: "Karl Marx manda lembranças"

Posted in Artigos com introdução às 7:00 pm por espacointuicao

Poderíamos começar o texto abaixo como Marx começa o Manifesto do Partido Comunista: um espectro ronda as economias do mundo. O capitalismo financeiro inaugurado no século XX, alimentando-se das paixões e apetites dos homens – e, como estes parecem não ter limites – transforma-se a cada dia no sistema econômico mais devastador que surgiu na face da Terra.

Não temos dimensão dos limites desta devastação, já que parece não haver limites para a nossa imaginação. Poderemos, talvez, conter-nos após superados todos as reservas naturais de manutenção da vida no planeta, ou, quem sabe, com a teconologia avançando e com a ajuda de nossa famigerada imaginação e capacidade criativa, nos tornaremos viajantes errantes pelo espaço sideral, tal qual a famosa série norte-americana da década de oitenta – Battle Star Galactica – em busca de outro planeta azul que possa sustentar a vida. Talvez, o dia do Juízo Final esteja sinalizando no horizonte e, a grande batalha do apocalipse acontecerá redimindo nossos erros e iniciando uma nova era de ouro. Vejam, como a imaginação vagueia por um mundo sem fronteiras, apenas nestas duas últimas linhas esboçei, mesmo que muito rapidamente, duas hipóteses factíveis, porém utópicas, ainda, espero.

O que temos realmente de paupável é, sem dúvida, nossa vida cotidiana, nossas escolhas e necessidades. O mercado é a grande realidade delineadora de nossas ações. Não sei se podemos lançar-nos ao espaço como Dom Quixotes do futuro ou se estaremos dentre aqueles poupados pelo juízo final. Mas contra o mercado, eu sei que podemos; afinal, o mercado nada mais é do que o resultado de nossa relações sociais conscientes, sufocadas pela força das nossas singulares necessidades. Nietzsche, já disse que o homem cria suas leis, mas, não a vêem como fruto de sua criação e concebem algo de transcedente nelas. No entanto, abriga-se em nós as mais primitivas vontades que podem vir à tona novamente. O desejo desenfreado da busca da riqueza, do lucro fácil, pode, desta maneira, ser sufocado por um desejo mais altruísta de compartilhamento, que perdemos com a modernidade, mas, que nossos ancestrais bem o conheceram.

Adam Smith (1723-1790) não negava que o homem, em sua natureza era egoísta. E acreditava que seu egoísmo o ajudava a avançar e, poderia ser usado como uma fonte benfazeja para a felicidade e sobrevivência da humanidade. Assim, concebeu as relações sociais como algo de natural e a busca da satisfação das necessidades se daria equilibradamente. O mercado se auto-regulava, as próprias necessidades, quando satisfeitas, extinguiam-se em si mesmas. Há, até mesmo, o conceito de uma “Mão Invisível” que manipularia os destinos dos homens independente de suas vontades. Hoje, sabemos que não é bem assim, primeiro Marx (1818-1883) aponta para um inexpugnável conflito entre os homens, às vezes visível outras velado, como motor da história da humanidade. Ele não viu, sequer, resquícios de uma realidade idílica, como a proposta por Adam Smith.

Mais Adiante, no século XX, John M. Keynes (1883-1946), observou que as ações individuais não preconizavam a harmonia do mercado, mas, promoviam, na busca dos seus interesses crises periódicas. Para ajustar a economia a esta realidade alvitrou a intervenção dos Estados, em tempos de crises, para salvaguardar o sistema econômico e concomitantemente nosso estilo de vida. Talvez, a mão poderosa do Estado, patrocinado pelo dinheiro público, seja a única “mão invisível” que pudemos conceber.

A pergunta que não se cala é: até quando o sistema aguentará manter o moderno estilo consumista de vida dos bilhões de seres humanos que habitam o pequeno planeta azul o qual chamamos de Terra? ATÉ QUANDO PODEREMOS SUPORTAR A SOCIALIZAÇÃO DAS CRISES E PRIVATIZAÇÃO DO LUCROS ESCAVANDO CADA VEZ MAIS FUNDO O ABISMO QUE SEPARA OS RICOS DO POBRES?

Complementando, abaixo transcrevo um artigo publicado na folha de S. Paulo em 20 de setembro de 2008 que inspirou a publicação das singelas palavras acima.

CESAR BENJAMIN

Karl Marx manda lembranças


O que vemos não é erro; mais uma vez, os Estados tentarão salvar o capitalismo da ação predatória dos capitalistas


AS ECONOMIAS modernas criaram um novo conceito de riqueza. Não se trata mais de dispor de valores de uso, mas de ampliar abstrações numéricas. Busca-se obter mais quantidade do mesmo, indefinidamente. A isso os economistas chamam “comportamento racional”. Dizem coisas complicadas, pois a defesa de uma estupidez exige alguma sofisticação.
Quem refletiu mais profundamente sobre essa grande transformação foi Karl Marx. Em meados do século 19, ele destacou três tendências da sociedade que então desabrochava: (a) ela seria compelida a aumentar incessantemente a massa de mercadorias, fosse pela maior capacidade de produzi-las, fosse pela transformação de mais bens, materiais ou simbólicos, em mercadoria; no limite, tudo seria transformado em mercadoria; (b) ela seria compelida a ampliar o espaço geográfico inserido no circuito mercantil, de modo que mais riquezas e mais populações dele participassem; no limite, esse espaço seria todo o planeta; (c) ela seria compelida a inventar sempre novos bens e novas necessidades; como as “necessidades do estômago” são poucas, esses novos bens e necessidades seriam, cada vez mais, bens e necessidades voltados à fantasia, que é ilimitada. Para aumentar a potência produtiva e expandir o espaço da acumulação, essa sociedade realizaria uma revolução técnica incessante. Para incluir o máximo de populações no processo mercantil, formaria um sistema-mundo. Para criar o homem portador daquelas novas necessidades em expansão, alteraria profundamente a cultura e as formas de sociabilidade. Nenhum obstáculo externo a deteria.
Havia, porém, obstáculos internos, que seriam, sucessivamente, superados e repostos. Pois, para valorizar-se, o capital precisa abandonar a sua forma preferencial, de riqueza abstrata, e passar pela produção, organizando o trabalho e encarnando-se transitoriamente em coisas e valores de uso. Só assim pode ressurgir ampliado, fechando o circuito. É um processo demorado e cheio de riscos. Muito melhor é acumular capital sem retirá-lo da condição de riqueza abstrata, fazendo o próprio dinheiro render mais dinheiro. Marx denominou D – D” essa forma de acumulação e viu que ela teria peso crescente. À medida que passasse a predominar, a instabilidade seria maior, pois a valorização sem trabalho é fictícia. E o potencial civilizatório do sistema começaria a esgotar-se: ao repudiar o trabalho e a atividade produtiva, ao afastar-se do mundo-da-vida, o impulso à acumulação não mais seria um agente organizador da sociedade.
Se não conseguisse se libertar dessa engrenagem, a humanidade correria sérios riscos, pois sua potência técnica estaria muito mais desenvolvida, mas desconectada de fins humanos. Dependendo de quais forças sociais predominassem, essa potência técnica expandida poderia ser colocada a serviço da civilização (abolindo-se os trabalhos cansativos, mecânicos e alienados, difundindo-se as atividades da cultura e do espírito) ou da barbárie (com o desemprego e a intensificação de conflitos). Maior o poder criativo, maior o poder destrutivo.
O que estamos vendo não é erro nem acidente. Ao vencer os adversários, o sistema pôde buscar a sua forma mais pura, mais plena e mais essencial, com ampla predominância da acumulação D – D”. Abandonou as mediações de que necessitava no período anterior, quando contestações, internas e externas, o amarravam. Libertou-se. Floresceu. Os resultados estão aí. Mais uma vez, os Estados tentarão salvar o capitalismo da ação predatória dos capitalistas. Karl Marx manda lembranças.

CESAR BENJAMIN, 53, editor da Editora Contraponto e doutor honoris causa da Universidade Bicentenária de Aragua (Venezuela), é autor de “Bom Combate” (Contraponto, 2006). Escreve aos sábados, a cada 15 dias, nesta coluna.



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Referências:

BENJAMIN, Cesar. Karl Marx manda lembranças. In.: seção: dinheiro. Folha S. Paulo. São Paulo: Folha S. Paulo, publicado em 20/09/2008.

(*) Imagens: Obtidas em http://pt.wikipedia.org
Foto (1): Karl Marx(1818-1883), disponível em: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/fc/Karl_Marx.jpg, 21/09/2008 17:00hs
Foto (2): Adam Smith(1723-1790), disponível em: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/41/Adam_Smith.jpg, 21/09/2008 17:00hs
Foto (3): John Maynard Keynes(1883-1946), disponível em: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/66/John_Maynard_Keynes.jpg, 21/09/2008 17:00hs

setembro 20, 2008

Debate dos candidatos à Prefeitura de Pará de Minas

Posted in Uncategorized às 2:44 am por espacointuicao


Vejam, no link abaixo ou na imagem acima, tudo sobre o debate dos candidatos à Prefeitura de Pará de Minas.

O texto é do meu amigo e companheiro de pesquisa do Projeto Acervo Documental “Mesopotâmia Mineira”, Geraldo Rodrigues.

setembro 7, 2008

Felicidade: sob o ponto de vista de uma criança

Posted in Textos Cínthia às 9:11 pm por espacointuicao

Por Cíntha Duarte Melo(*)
Felicidade é amor, alegria
carinho, harmonia,
esperança.
Não é terror; Mas, é sentir dor.

Felicidade é Tradição, educação,
é a semente que brota o amor.
É também ter fé em Deus, para ajudar-te a ter
tudo como: amor, paixão.
É ter dó, pedir perdão, etc.

(*) Cínthia Duarte Melo, 8 anos, estudante fase II, Terceiro ano.
Revisado por: Joandre Oliveira Melo

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(*) Foto: Cínthia (minha doce filhinha) e Ângela (minha amada esposa).

Apologia ao dia da Independência

Posted in Artigos, Meus textos às 8:25 pm por espacointuicao

Por Joandre Oliveira Melo(*)

Pobre Homem, de todas as criaturas que vagam e vegetam sobre a face da Terra ele é, talvez, o mais infeliz; não goza de sua liberdade, não pode alçar vôo como o condor, ou disparar como o guepardo, nem nadar como o golfinho. Não pode deitar-se no campo e apreciar as belezas do mundo que o rodeia. Pobre Homem, é capaz de conhecer tudo que o cerca e tem consciência de si mesmo. Diferentemente dos outros seres que não têm consciência de si nem do que os cerca, o Homem sabe que está no mundo, compreende os acontecimentos e, por saber tudo isto, sofre. Ao nascer é tão frágil que nem é capaz de sobreviver por si mesmo, como as outras criaturas. É o mais vil das delas, vive a mais ignóbil das existências, nem a liberdade é-lhe concedida. Logo que nasce é jogado no mundo dos outros, dos seus ancestrais, introduzido na história dos Homens, que não é a dele, mas que o obrigará a matar ou morrer.

Os laços de amor e solidariedade logo são substituídos por uma ética subjetiva, um éter fugaz ao qual os Homens se submetem; quebram-se, neste momento, as leis da natureza, da manada, do clã: nasce o contrato social.

O Homem, no entanto, dentre todas as criaturas é o mais cruel, mesmo sendo capaz de pensar, de refletir e de compreender. Rousseau afirma que o Homem, enquanto ser pensante, degenerou-se; quanto mais pensante, mais degenerado se torna. Pascal, por outro lado, dizia que o Homem é mais nobre do que o Universo, pois, o Universo, implacável tirano, o matará; entretanto, o último não sabe que mata, mas o Homem sabe que morre.

Pobre Homem, pequeno, nascido para uma existência subterrânea, caminhando titubeante para a luz. No alvorecer da civilização o Homem, aquele que pensa, logo cercou seu pedaço de terra e passou a dizer que era sua propriedade. Destarte, nasceram as nações que agruparam alguns e segregaram tantos. Tantos irmãos, também Homens e por conseguinte donos da terra. Primeiro, apartaram-se aqueles que não foram capazes ou que não lhes fora permitido cercar suas terras, porque alguns poucos e avaros Homens já a haviam dividido entre si. Passaram eles, então, a vagar sem destino sobre as terras, que eram suas também, por direito, e foram-lhes arrancadas, sujeitando-se aos mais abjetos trabalhos – em nome de sua sobrevivência – para cultivar as propriedades de alguns poucos.

Adiante, apartaram pela cor; desafortunados os negros que são pobres e negros. Pobre do Homem “selvagem” das tribos do Novo Mundo, massacrados pela ambição dos Homens letrados, porque não têm história, nem nação, andam nus e não conhecem a Deus e veneram a natureza.

E assim passaram-se os séculos, os milênios e as legiões de Homens, apartados em nações, floresceram, diversificaram-se. Recrudesceram-se as fronteiras e nasceu o mercado. Foi necessário alterar as regras sociais para alimentar as fornalhas da produção, sustentar e opor os impérios…

O mercado a todos subjugou, alterou as regras da Humanidade, matou Deus e acirrou a competição e a ganância entre os Homens. E os corpos dos desafortunados novamente foram usados para alimentar e sustentar as fornalhas da produção em massa.

Os Impérios, cruéis senhores, alimentando-se da degeneração do Homem, espalharam-se como uma praga pelo mundo afora, intercalando-se no poder.

Todavia, os Impérios se sustentam nas atitudes dos Homens; e os Homens precisam de algo que os anime e os incentive a viverem unidos colaborando com o todo. Em socorro de tais empresas, para criar essa “cola” que dará vida a esses monstros, vieram os Mitos. Mitos para os quais erguermos nossa veneração; alguém que possamos mirar nossas atitudes e sentirmos orgulho. Mas, como a moeda que tem dois lados, os Mitos também os têm. Rubem Alves escreve com propriedade que “(…) todo mito é perigoso, porque induz o comportamento e inibe o pensamento”. Eles não passam de Homens como nós; embora, idealizados.

Vejamos D. Pedro I, líder supremo do Brasil, ícone e expressão máxima da nossa rebeldia contra o jugo da corte portuguesa, materialização de nossos desejos de liberdade, por outro lado, ele era português e nos olhava com olhos de um fidalgo português. Não será com espanto que o vemos recomendar aos constituintes, após a proclamação da Independência, que redigiam a primeira Carta Magna do Brasil, que a fizessem digna dele. Não satisfeito com os poderes a ele assegurados, descartou-lha e instituiu, despoticamente, uma para si, criando o quarto poder: o Poder Moderador. Com ele, o Imperador poderia manipular os outros poderes e centralizar a administração.

Outro não menos importante, Duque de Caxias, comandante inconteste de nossas forças contra as armas do Paraguai, mas, olhemos o outro lado, sob seu comando, quantas vidas foram ceifadas na Guerra do Paraguai?

Enfim, como atesta Ernst Cassirer: “deveríamos definir o homem como animal symbolicum e não com animal rationale”.

Em nome desse simbolismo ufanista, criam-se heróis para arrebanhar Homens e defender as suas causas. Vejam pois, meus senhores; ao acaso os grandes heróis proveram sozinhos a grandeza de nossa nação? Foram eles que ergueram nossos edifícios, lavraram nosso chão, plantaram e colheram e abriram as estradas? Digo-lhes que não. Os verdadeiros heróis estão aqui, “embaixo”, próximos de nós, dentre nós.

Os negros escravizados, sob o estalar dos látegos dos senhores de terras, que ergueram tudo isso. Foram os trabalhadores rurais que dia após dia, em uma incansável labuta, lavraram a terra e a tornou produtiva – eles são os heróis!

Os grandes heróis estão aqui e em toda parte; vejam nossos pais, que mesmo com todas as dificuldades que estão submetidos, não se curvam aos apelos da desonestidade e, com dignidade, criam seus filhos.

Portanto, os brasileiros não estão protegidos pelos baluartes da Independência, o que ocorreu, no fundo foi uma troca de elites no poder. Na verdade, abriu-se o caminho para uma dependência na qual ainda permanecemos. E os Homens precisam entender que são livres e podem escrever sua história; e a fazem diariamente, independente de um herói ou um mito em quem mirar-se. Citando Diderot, nobre filósofo francês: “nenhum homem recebeu da natureza o direito de comandar os outros. A liberdade é um presente do céu, e cada indivíduo da mesma espécie tem o direito de desfrutá-la, assim como desfruta da razão.”

Nesse dia em que comemoramos a Independência, pensamos sobre nossa origem, de onde viemos, o que nossos antepassados fizeram, por que a nossa história seguiu o rumo atual? Talvez alguns de nossos antepassados tenham sido: um “grande homem”, “um grande líder”, um mito. Mas, apenas a eles são rendidas as homenagens. Não que eles não a mereçam, é claro que as merecem. Talvez, daqui há alguns anos nós poderemos ser considerados “grandes homens” ou “grandes mulheres”, mitos para as gerações que virão. Mas, o que será daqueles (ou de nós mesmos) que não constarão nos registros da história? Talvez, o único registro que teremos será aquela certidão que relata que um dia nascemos e viemos ao mundo, ao seio da comunidade dos Homens; mas, nada fizemos, nada fomos, nem sequer lideramos um pelotão, ou escrevemos um livro. Terrível, não? Pois, digo-lhes que não. Todos nós fazemos a História, a nossa História; que até se confunde com a história de nossa Cidade, nosso Estado e nosso País.

Este texto não tem a pretensão de ser um tratado, ou um manifesto, para romper com a ordem que existe e prevalece sobre nossos destinos. Mas, levar-nos a pensar, a questionar, sobre as nossas ações, a nossa posição de luta e de resistência à submissão, ao sistema ao qual fomos compelidos a fazer parte. E, ainda, questionar as ações daqueles que se sobrepõem a tantos outros que, no mundo inteiro, trabalham e lutam pela sua sobrevivência.

(*)Joandre Oliveira Melo, 39, graduado em História, membro do Projeto Acervo Documental Mesopotâmia Mineira.
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Texto publicado na coluna “Resgate histórico” do Projeto Acervo Documental “Mesopotâmia Mineira”, 01 de setembro de 2008, do jornal Diário de Pará de Minas
(*)Imagem extraída do site Wikipédia, em 07 de stembro de 2008 18:00hs, disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Independ%C3%AAncia_ou_Morte.jpg

setembro 2, 2008

LANÇAMENTO: Subsistência e Poder – A Política do abastecimento alimentar nas Minas setecentistas.

Posted in Divulgação às 10:03 pm por espacointuicao

Lançamento da obra (acima), do meu amigo Flávio Marcus da Silva, no Museu Histórico de Pará de Minas – MUSPAM, dia 11 de setembro de 2008, às 20:00hs.

Como disse anteriormente, é uma excelente obra, com abordagem na Política alimentar nas Minas do século XVIII. Além disso, resgata a participação da nossa região e da Província de Minas Gerais no contexto Político e econômico do século XVIII. Imperdível lançamento para os cidadãos de Pará de Minas.